domingo, 18 de dezembro de 2011

O QUE É O NATAL PARA OS EVANGÉLICOS SEGUNDO A BÍBLIA


O 25 de dezembro não é um feriado cristão! Ele tem sido comemorado por milhares de anos (centenas de anos antes de Cristo) pelo homem pagão, como um tempo determinado para festejar e adorar ao seu deus-sol, quer seja ele chamado: Saturno, Ozíris, Mithra, Tammuz, Horus ou, simplesmente, sol. 
O nome do deus-sol diferia dependendo da cultura, mas tinham uma coisa em comum, todos haviam nascido em 25 de dezembro. Esta festa era a mais vil e imoral, sempre degradava e arruinava a Roma pagã. Era um período de licenciosidade, bebedices e devassidão, pois nestas épocas todas as restrições eram deixadas de lado. 
Quando o imperador Constantino, no ano 313 d.C., abraçou o cristianismo, ele encorajou os cidadãos romanos a tornarem-se cristãos. E milhares que nada conheciam de Cristo entraram na cristandade, trazendo consigo os seus costumes pagãos. Assim, o nome de Cristo foi ligado ao nascimento do deus-sol, celebrado em 25 de dezembro. Em razão dessa celebração é fácil constatar a mistura que perpetuou na cristandade de hoje. 
COSTUMES HERDADOS 
No decorrer da historia humana tem havido muitas práticas e desvios. Num destes desvios está o Natal. O Natal está relacionado a um período em que haviam trocas de presentes (hoje chamamos de “amigo secreto” ou usando um termo mais espiritual, “irmão secreto”) com grande sentimento de cordialidade. As coroas floridas sobrepostas, isto é, arranjos colocados sobre as portas, de cores vermelhas e o excessivo comércio do período, eram somente algumas das práticas das festas antigas. “Isso é um assunto de conhecimento bastante comum”, diz um escritor, que “muito do nosso envolvimento com a época de Natal – os feriados, a troca de presentes e o generalizado sentimento de cordialidade, é somente a herança vinda da festa romana... remanescentes do paganismo e adotados pelo cristianismo de hoje”. 
A árvore de Natal é igualmente pagã em origem. Ela sustenta uma posição proeminente na adoração do deus-sol em quase todas as culturas. 


Árvores, especialmente sempre verdes, eram decoradas com nozes e bolas, a fim de simbolizar o sol, a lua e as estrelas. As luzes representavam relâmpagos e os pequenos animais dependurados nos galhos representavam os sacrifícios de animais ofertados ao ídolo “deus-sol”. 
Assim, a prática deste costume de celebrar o aniversário do deus-sol por meio de árvore sempre verdes e decoradas foi dominante em muitas culturas pagãs. 
Outra mistura agregada ao Natal é o “Papai Noel” O começo desta prática deu-se de maneira simples e sutil. O Papai Noel é o São Nicolau, bispo católico do século quinto. 
A Enciclopédia Britânica, 11ª. Edição, vol. 19, página 648-649, diz: “Que São Nicolau, presenteava ocultamente as três filhas de um homem pobre... deu assim o costume de dar presentes em secreto na véspera do dia de São Nicolau ( 6 de Dezembro), data que depois foi transferida para o dia do Natal (25 de Dezembro).” 
A Enciclopédia Barsa, vol. 11, edição de 1987, pág. 274 diz: NATAL (rel.) Festa do nascimento de Cristo. Contudo, a data real deste acontecimento fundamental para a cronologia do Ocidente, pois o nascimento de Cristo marca o ano 1 da nossa historia, não foi ainda satisfatoriamente reconhecida. Por isso, nos primeiros séculos, o Natal cristão era comemorado ora a 6 de janeiro, ora a 25 de março, e em alguns lugares a 25 de dezembro. O dia 25 de dezembro aparece pela primeira vez no calendário de Philocalus(354). No ano 245, o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Cristo “como se fosse ele um faraó”. A data atual foi fixada no ano de 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o natalis invicti Solis (“nascimento do vitorioso Sol”) e varias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A idéia central das missas de Natal revela claramente esta origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que, em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz. A liturgia natalina retoma esta idéia e identifica Cristo com a verdadeira luz do mundo.     A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de são Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma arvore, em homenagem ao Deus-menino. O presépio foi introduzido no séc. XIII, por S. Francisco de Assis. Nas colônias inglesas dos EUA, os primeiros puritanos lá chegados suprimiram as festividades do dia de Natal, substituindo-as por um dia de jejum. Os imigrantes holandeses, chegados depois, ressuscitaram os festejos natalinos.                                                                                          No Brasil, é a celebração que mais profundamente está enraizada no sentimento nacional, sugerindo riquíssimo material poético e folclórico, com base na religiosidade. Cognominada simplesmente, no interior brasileiro, de noite de festa, seu ponto alto é a “missa do galo”, celebrada à meia noite. 

A Enciclopédia Barsa, vol. 11, edição de 1987, pág.398, fala sobre Odin relatado no texto sobre natal anteriormente, dizendo: ODIN – entidade da mitologia germânica, chamado também Wotan. A principio era simples demônio das tempestades, tornando-se, depois, do mundo. Era também o deus da inteligência e tinha em seus ombros dois corvos, Hugin (o pensamento) e Munin (a memoria). Tornou-se o deus da poesia, após ter roubado o “hidromel dos poetas”, feito de mel e sangue do sábio Kvasir. É considerado um deus civilizador, por ter criado, pelo seu poder mágico, os caracteres rúnicos do antigo alfabeto germânico. Sua principal função divina, entretanto, é a de deus da guerra; trazia na mão a lança Gungnir, cujo golpe nenhuma força poderia aparar, e montava o cavalo Sleipnir, que tinha oito patas. Era esposo da deusa Friga, algumas vezes confundida com Freia, deusa guerreira, a primeira das Valquirias.        Odin tinha o dom de tomar múltiplas formas. Quando, porem, surgia sob a forma humana, adquiria as feições de um homem barbudo, caolho, com um chapéu de abas largas e envolvido numa vasta capa. Era filho de Bor, filho de Buri, o primeiro ser vivo, e Bestla, filha de gigantes. Tinha por irmãos Vili e Vê. Odin e seus irmãos mataram o gigante Ymir; de sua carne formaram a terra, de seu sangue formaram o mar; dos ossos criaram as montanhas; dos cabelos fizeram as árvores e de seu crânio, a abóbada celeste. Fizeram, ainda, de dois troncos de árvores, o primeiro par humano, Ak e Embla. 
Assim, percebemos que as gerações herdaram estas celebrações pagãs que nada tem haver com Cristo e a Vida da igreja normal. Estas exposições nos levam as seguintes conclusões: Precisamos voltar urgentemente à pura palavra de Deus, e somente por meio dela seremos guardados das práticas equivocadas e antibíblicas. 
EM QUE DIA JESUS NASCEU? 
Ninguém sabe ao certo em qual dia o Senhor Jesus nasceu. Não existe nenhuma data precisa registrada na Bíblia. O que certamente não foi um equívoco da parte de Deus. 
Sem dúvida, a intenção de Deus em não nos dar um registro exato desta data, é que Ele preferia que os Seus filhos não celebrassem qualquer dia em particular este evento, mas, sim, que o homem mantivesse uma atitude contínua de apreciação pelo nascimento de Jesus Cristo durante os trezentos e sessenta e cinco dias do ano. Contudo, é certo, segundo as Escrituras, que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. 
A prática de celebrar o “dia mais sagrado”, sob o pretexto de ser o “Natal”, veio a existir nos primórdios da formação do catolicismo romano, quando foi fixado e ordenado o vigésimo quinto dia de dezembro como sendo o aniversário de Cristo. Desde então esta data tem sido legada às gerações como sendo a data do nascimento de Jesus Cristo. 
A INTENÇÃO OCULTA 
A intenção de vincular o Natal ao nascimento de Jesus foi motivada pelo desejo de tornar o Cristianismo mais popular perante os gentios, deixando-o mais “acessível” para aqueles que estavam relutantes em se despojarem de suas práticas idólatras. 
Podemos chamar, hoje, este fenômeno de sincretismo religioso ou “cristianismo facilitado”. Contudo, nem todos os cristãos aceitavam passivamente essas festas pagãs. Em 245 d.C., Orígenes, um dos pais da igreja primitiva, classificou-as como pecaminosas! 
Os puritanos chegaram a proibir a celebração do Natal através de uma lei que vigorou entre l659 e l681. Assim, vemos que coisas relacionadas ao Natal e papai Noel são algo do paganismo. 

Portanto, o Natal é uma blasfêmia para com Cristo, e nenhum cristão com consciência pura deveria ter qualquer relação com Ele. 
É uma grande desonra ao Senhor um cristão colocar seu coração nas festividades do Natal. Fazer isto é associar o Santo nome do Senhor com os costumes e rituais do paganismo.É, sem dúvida, um desgosto para o Senhor ver sinceros e bem intencionados cristãos totalmente envolvidos em práticas que foram iniciadas e mantidas por séculos de celebração ritualística a deuses pagãos. 
Que o Senhor tenha misericórdia de todos nós, para que sejamos como os nobres de Beréia, que mesmo recebendo a mensagem diretamente de Paulo, examinavam cada dia nas escrituras se estas coisas eram de fato assim. 
Em Atos 17:11 diz: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”. Possam aqueles dentre nós que se preocupam com o Senhor Jesus Cristo, honrá-Lo e de acordo com a pura Palavra de Deus, com uma boa consciência, deixar todas as práticas idólatras dos pagãos, como diz o Apóstolo Paulo. “Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são; mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gálatas 4:8-11). 
Celebrar o Natal não altera minha posição em Cristo. Porém, uma vez que amamos o Senhor Jesus e O reconhecemos como nosso Salvador e Senhor, certamente desejaremos honrá-Lo em tudo o que fazemos. Por esta razão, temos que perguntar a nós mesmos: “celebrar o Natal é honrar o nome do Senhor?” Esta resposta poderá ocasionar desconforto e conflito em seu interior e incompreensão por parte daqueles que não obtiveram ainda a clareza desta verdade. Entretanto, mesmo que você desfrute de uma boa comunhão com outros filhos de Deus, a bem da consciência, você não pode desonrar a Deus ignorando Sua verdade. Alguns preferem se esconder do que é apresentado, temendo assim levantar conflito para os filhos de Deus e os líderes espirituais, com as seguintes desculpas: - “É apenas uma questão de ênfase”. Escapando assim de um sério auto-exame à luz da revelação da Palavra de Deus. Outros podem dizer: “Não podemos insistir em verdades que possam vir a ofender os que professam a mesma fé!”, “Já que não podemos ser absolutos pela verdade, serei como a maioria”. É uma vergonha para Deus ver Seus filhos rebaixarem o Seu padrão da verdade. Quando uma meia-verdade é apresentada como sendo a verdade, ela se torna uma inverdade. 




A Bíblia, a Palavra Santa de Deus, é nosso guia em todas as coisas. Portanto, não nos devemos curvar a nenhuma autoridade humana, que nos distraia da revelação da Sua palavra. Assim, pretendemos compartilhar e notificar aos filhos de Deus para que sejam iluminados e rejeitem tudo aquilo que insulta o nome do Senhor. Nosso objetivo não é lançar um fundamento para nossa fé cristã, como sendo uma base para nossa salvação. Esta é obtida pelo nosso crer em Cristo. 

42 comentários:

  1. Olá amigo, seu blog foi selecionado para ser um Blogueiro responsável. Selecionamos os blogs mais influentes dentro de cada área, e estamos convidado os mesmos para participar da campanha de Marketing Digital da Casa Ronald McDonald RJ. Caso você queira participar, pedimos que envie um email para midiassociais@casaronald.org.br para que possamos explicar melhor como funcionaria!
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    Abraços

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  2. EU NAO ENTENDI NADA SOBRE ESSE NEGOCIO
    QUER DIZER QUE JESUS NAO NASCEU NO DIA 25 DEZEMBRO
    E ELE NASCEU QUANDO

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  3. Que Natal é esse?
    Manhã de seu aniversário, Josef levanta cheio de alegria pensando: Hoje vou ganhar vários parabéns, vários abraços, presentes, quem sabe até um almoço ou jantar.
    Seu filho caçula passa correndo e diz: Bom Dia papai, e vai brincar. Sua esposa, como sempre, ocupada no fogão, nem atentou para Josef. Simplesmente ela estava muito ocupada preparando o café, apenas deu um rápido beijinho de bom dia.
    Josef vai até o quarto de Stefani sua filha primogênita e pensa: só me resta ela não ter lembrado deste dia. Abre a porta de mansinho percebe que Stefani não está. Logo algo invade seu pensamento: Stefani deve ter ido ao Shopping comprar o tal presente. Claro ela não esqueceria jamais, pois é muito carinhosa comigo, pensou Josef. De repente, chega Stefani apenas com uma sacola de pão e biscoitos. Olá Pai, bom dia. Beijou-o e apressadamente foi para o seu quarto.
    Parado e perplexo Josef não acredita no que está acontecendo, e pensa: Todos esquecem de meu aniversário. Ele passa e repassa perto deles, mas, por incrível que pareça, eles não atentam para Josef.
    Josef então chama seu filho e toca no assunto, e seu filho acaba entregando à surpresa. Disse o garotinho: Papai, compraram bolas azuis e muito refrigerante e até chamaram os vizinhos mais chegados, eu acho que é para comemorar o seu dia, mas não fala para mamãe que eu te falei.
    Ufa! Menos mal, pensou; eles não poderiam esquecer desta data tão importante.
    Chega a tarde; mesa estava posta, salgadinhos, docinhos e um lindo bolo, velas coloridas e muitos balões azuis. Quando Josef menos espera chegam os convidados, um por um passam por Ele e nenhum dos convidados se quer, parabeniza-o, nem trazem presentes. Estranho! Pensa Josef: Deve ser alguma pegadinha. Teria minha esposa combinado com todos eles para nem ligarem para mim? Não acredito que ela tenha feito isto. Como podem comemorar minha data, sem se quer olharem para mim?
    Mais incrível aconteceu, todos os visitantes e parentes vão até a mesa e Stefani como a mais extrovertida, coloca uma canção que até fala de Josef e começam a comerem e dançarem.
    Perplexo Josef não entende o que está acontecendo. De repente: Alguém grita: Gente vamos cortar o bolo. Josef continua sem acreditar que toda aquela festa diz respeito a seu aniversário, mas ninguém havia se importado realmente com ele.
    Então Josef se retira “triste” por ver que até os seus, esqueceram de prestar homenagem no que chamam de aniversário.
    Eu gostaria de te chamar a atenção para esta Ilustração, pois é assim que muitos que se dizem cristãos comemoram o Natal.
    Ás Vezes Fazemos como os filhos de Josef, convidamos os parentes mais próximos, amigos fazemos churrasco as vésperas do Natal. Enfeitamos a mesa com várias comidas típicas da época e quando chega a meia noite, trocamos presentes, escutamos músicas natalinas...
    No dia seguinte comemos as sobras da noite de Natal, bebemos, dançamos e folgamos, mas esquecemos se quer de tocar no nome de Jesus. Se quer agradecemos a Deus pelo Presente recebido por nós. Lembramos mais do “tal” de Papai Noel do que do Pai do céu.
    Que significado tem o Natal para você? Natal de quem? Parabéns para quem? O que você tem para ofertar ao aniversariante?
    Faça uma Reflexão este Ano e não seja ingrato, fale pra Ele o quanto você O ama. Doe-se como presente.
    Feliz Natal de Cristo Jesus o Filho de Deus. Josiel Dias

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  4. Segundo os os mais confiáveis historiadores, Jesus nasceu no ano 4 a.C., em meados de abril e maio, ou seja, entre a última quinzena de abril e a primeira quinzena de maio. O 25 de dezembro, como dito no texto, é incorporação de adoração aos deuses pagãos de outras nações.

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  5. Muito bom, aos verdadeiro evangélicos, isso é entendido, porque natal não é bíblico. E isso só entenderá quem obter estudos bíblicos e conhecer a fundo as escrituras sagradas. O povo perece de conhecimento, povo bobo que se deixa levar pelo que ouve falar e não pelo que está escrito!

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  6. Tenho uma célula de juvenis e vou usar sua explicação na ministracao de hoje. Gostei da parte onde diz que não há data registrada do nascimento de Jesus e isso é proposital para que comemoremos o seu nascimento e a sua vitória na cruz todos os dias. Quero mostrar principalmente o grande amor de Cristo por nós. Andréa- Igreja Videira Goiânia.

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  7. HJ MEU QUERIDO PREPAREI ESSE TEXTO PARA SER ENSINADO E LIDO PERANTE TODA CONGREGAÇÃO, HA MUITOS PASTORES POR MEDO DE PERDER OVELHAS, OMITEM A VERDADE..DEUS CONTINUE LHE ABENÇOANDO OBRIGADO.

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  8. Amados, quem já estudou ou ouviu essas histórias?
    Pois é muito poucos, eu acho tudo isso uma grande babozeira, se nós comemoramos o nascimento de Cristo dia 25 ou dia 6 ou 4 tanto faz, a grande maioria está ouvindo falar que Jesus nasceu, será que é tão dificil entender que ninguém se importa com esses fatos antigos, ou nem sabe quem é Constantino ou como viviam os antigos romanos, mas sabem que Jesus Cristo nasceu, nesse dia se propaga uma visão, Ele nasceu, como não seria uma festividade Cristã? que maravilha, que honra que coisa mais maravilhosa, ninguém se lembra do ¨deus sol¨ mas todo mundo lembra que Ele nasceu, não entendo como isso seria ruim para o cristianismo...papai noel não é ultilizado pelos evangélicos, pode ser mais uma tradição comercial, mas a grande maioria dos evangélicos está ligado já e não usa papai noel em suas comemorações, não vejo mal nenhum em comemorar o natal, e na minha casa nesse dia nós adoramos ao Senhor como em todos os dias do ano, mas se o mundo pelo menos reconhece que Jesus nasceu já é uma grande coisa.
    Porque quem não é contra nós, é por nós.
    Marcos 9:40

    A mensagem principal está sendo dita.....Jesus nasceu!!!!!

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    1. Penso que não devemos nos importar tanto com a data, mas sim com a comemoração. Não como os pagãos que nem lembra de Jesus, mas anunciando a verdade de Cristo. Nos alegrar porque Ele nasceu, para nos salvar da condenação do pecado.

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    2. Muito bom e razoável pensamento.

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    3. Angi teamoJesus,

      Acho que você não leu com a devida atenção o texto. O natal foi adotado pela Idolatria (Igreja Católica) que institui uma data para conversão dos pagãos. Só que a Igreja Católica escolheu uma data que é especial para o povo pagão que comemora no mesmo dia o deus do sol. E o cristianismo originou do Catolicismo. Mas, nos como Protestante não devimos adotar o mesmo costumes do Catolicismo. Pois, a nossa corrente foi rompida por Martinho Lutero a qual originou o movimento protestante. Então, o Natal é inegável que sua raiz é idolatria (arvore de natal, papai noel em homenagem a São Nicolau) e Jesus não pediu para que seu povo comemore somente um Dia especifico o seu nascimento e sim os 365 dias inclusive nem tem parte biblica que menciona o dia de seu nascimento. “Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses que, por natureza, não o são; mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.” (Gálatas 4:8-11).
      Se acha as escrituras sagradas uma grande babozeira então você não é evangélico e nunca foi evangélico.

      Deus o abençoe!

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    4. Já que os protestantes não seguem o que a Igreja Católica Apostólica Romana prega, deveriam retirar a Bíblia dos seus ensinamentos, pois a Bíblia foi montada pela Igreja de nosso Senhor.

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  9. Queria saber sobre o significado da árvore de natal de onde veio e porque

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    1. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.

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  10. Muito bom o texto. Bastante esclarecedor e com certeza me acrescentou bastante. Parabéns. Que Deus lhe abençoe!

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  11. Quando Israel se tornou nação Deus através de Moisés deu-lhes varias regras, entre elas datas comemorativa que lhes serviam de memorial para relembrar de geração em geração os seus feitos. O Natal infelizmente não é como deveria, mas não podemos repudiar o esforço de antigos cristãos que lutaram para que todos os povos conhecessem a Cristo como o único Deus. É preciso ser realista mas sem perder a sensibilidade. Vermos o melhor para as gerações vindouras e expansão d Evangelho. O Nascimento de Cristo é um marco da cristandade embora não se saiba a data exata, não pode ser esquecido.

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  12. Muitas pessoas ainda não estão preparadas para a verdade,porem o Espirito Santo de Deus e quem nos revela esta verdade após Cristo que e a verdade João 14:6,que as escamas possam cair atraves do verdadeiro conhecimento adquirido genuinamente da Bilbia, gostei do ensinamento que e valido temos que conhecer a historia para enterdermos o que significa as tradições que comemoramos e muitas vezes nem sabemos onde foram criadas.

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  13. Qual ministério da assembléia não comemora o natal?
    Gostei do Blog e concordo com este entendimento sobre o assunto.

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  14. A tese central do autor é das mais conhecidas. O cristianismo teria se mantido fiel às palavras de Jesus Cristo apenas por poucos séculos, antes que viesse a grande apostasia (a Igreja Carólica, claro), fazendo com que a verdadeira mensagem do Senhor desaparecesse por séculos a fio, até que algum iluminado de plantão a resgatasse (não deixe de ler o nosso "A Teoria do Resgate", para entender este ponto mais profundamente).

    A tese é sempre esta. Variam, apenas, as verdades que foram perdidas (ou encobertas) e mais tarde encontradas. O autor do texto, por exemplo, afirma que a Igreja encobriu a adoração de Jesus Cristo por uma falsa adoração de Nimrode (esta foi das mais rematadas bobagens de que já tive notícia), fazendo cessões escandalosas ao paganismo. Hodiernamente, um grupo de eleitos resgatou esta verdade, muito embora todo o cristianismo e todos os cristãos, durante mais de quinze séculos, prestassem, desavisadamente, culto a um deus pagão.

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  15. O primeiro equívoco do autor do texto foi o de acreditar que os cristão não comemoravam o nascimento de Jesus anteriormente à Pax Constantiniana. Isto é mais falso do que nota de três reais! Os cristãos, desde o segundo século já comemoravam o natalício de Nosso Senhor Jesus Cristo, muito embora a data deste acontecimento somente tenha se fixado séculos mais tarde.

    Afinal, ainda que de uma forma indireta, foi o próprio Deus quem determinou que se celebrasse o nascimento de Seu Filho. E o fez em duas passagens bíblicas bastante significativas. A primeira é Lc 2, 10- 12. Os anjos, logo após o nascimento do Menino-Deus, dirigem-se aos pastores de Belém: "Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura."

    Como você vê, o nascimento de Jesus Cristo é um motivo de alegria (e, portanto, de festa) para todo o povo. Todos os cristãos, de todos os tempos, devem se alegrar, imensamente, com este fato e com esta Boa Notícia.

    Já no AT, em IS 9, se afirmava que os cristãos devem festejar este nascimento, num texto dos mais belos das Escrituras:

    "O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. (...) Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz."

    Como você vê, os cristãos (o povo que caminhava nas trevas, mas sobre o qual brilhou a luz de Deus, segundo Cl 1, 13) festejam o nascimento de Cristo. Se você está acostumada com o semitismo típico do AT, deve saber que a "alegria da colheita" e a "partilha dos despojos" de uma guerra eram celebrados com festas públicas e públicas manifestações de alegria.

    O nascimento do "Menino que nos foi dado" requer, de nossa parte, uma celebração. Uma manifestação pública de alegria. E o Natal é o cumprimento desta profecia.

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  16. Segundo este autor, a Igreja escolheu esta data porque, nela, os pagãos do Império Romano celebravam o dia do Sol Invicto. Com isto, a Igreja acabou por permitir a entrada de elementos pagãos dentro do cristianismo, deturpando mais ainda a mensagem de Cristo.

    Além de simplista, a explicação é inverossímel. Se a Igreja obrigou os pagãos a aceitarem, ainda que formalmente, um culto a Jesus Cristo, então ela estaria inserindo um elemento cristão em cultos pagãos. E não o contrário, como sugere o autor.

    Verdadeiramente, uma lástima!

    Além disto, a fixação do dia 25 de Dezembro deve ser analisada muito mais a fundo do que se atraveu ir o texto sob comento. Um manuscrito de Hipólito, do ano 205 (novamente, séculos antes de Constantino), afirma em grego:

    "He gar prote parousia tou kyriou hemon he ensarkos [en he gegennetai] en Bethleem, egeneto [pro okto kalandon ianouarion hemera tetradi] Basileuontos Augoustou [tessarakoston kai deuteron etos, apo de Adam] pentakischiliosto kai pentakosiosto etei epathen de triakosto trito [pro okto kalandon aprilion, hemera paraskeun, oktokaidekato etei Tiberiou Kaisaros, hypateuontos Hrouphou kai Hroubellionos. -- (Comm. In Dan., iv, 23; Brotke; 19)".

    A tradução do texto seria a seguinte: "pois a primeira vinda de Nosso Senhor na carne na qual Ele foi gerado, em Belém, ocorreu no dia 25 de Dezembro, o quarto dia, no 42º ano do reinado de Augusto, e no ano 5500 desde Adão. E Ele sofreu em Seu 33º ano, no dia 25 de Março, a parascevem no oitavo ano de Tibério César."

    E não é só. Se admitirmos que Jesus Cristo nasceu em DEzembro do ano 749 da Fundação de Roma (data bastante provável), seríamos obrigados a admitir que a Anunciação do Anjo ocorreu em Março daquele ano. Desta forma, a aparição do anjo a Zacarias (pia de João Batista) para lhe anunciar a gravidez de sua esposa teria ocorrido em Outubro do ano 748 da Fundação de Roma.

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  17. Ora, existiam 24 classes de sacerdotes que se revezavam, semanalmente, no serviço do Templo. Zacarias pertencia à classe de Abia. Segundo uma antiga tradição rabínica, a classe de Jojaribe é a que estava servindo por ocasião da destruição do templo em Abril de 70 d. C. Fazendo-se um retrocesso, semana a semana, e admitindo-se que o serviço do Templo jamais foi interrompido, chega-se à conclusão que Zacarias estava servindo no Templo precisamente na semada que vai de 2 a 9 de Outubro do ano 748 da fundação de Roma.

    É claro que, neste terreno, não se pode afirmar nada com certeza. Nem o manuscrito nem o cálculo acima apresentados são provas absolutas da data em que Jesus de fato nasceu. Mas eles provam que a fixação do dia do Natal possui razões muito mais profundas do que jamais sonhou o autor do texto que você nos remeteu.

    Não deve ser descartada a hipótese de que a Igreja tenha, realmente, utilizado-se do 25 de Dezembro por ser esta a data em que os pagãos festejavam o dia do Sol Invicto. Isto, contudo, nem de longe representa uma pusilanimidade católica em relação ao paganismo. Muito pelo contrário.

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  18. Em primeiro lugar, tenha em vista que, desde os primeiros anos do cristianismo, os cristãos viam, no sol, uma metáfora de Jesus Cristo. Afinal, é do sol que nos vem a vida, e é ele quem, com sua luz, expulsa as trevas da noite.

    Não bastasse isto, Jesus Cristo ressuscitou num domingo, que, em todo o mundo pagão, era o dia dedicado ao deus sol. Este dia (o primeiro da semana) foi chamado, desde o princípio, de Dies Domine, Dia do Senhor. Ou seja, por um desígnio divino, o dia em que os pagãos de todo o mundo celebravam o deus sol, é o mesmíssimo dia em que os cristãos, dede o princípio, celebravam Jesus Cristo.

    Além disto, se você visitar, um dia, a Basílica de São Pedro, verá uma imagem muito significativa (datada, mais ou menos, da mesma época em que a Igreja Romana começava a celebrar o Natal aos 25 de Dezembro). É uma imagem de Jesus Cristo, tendo, à Sua direita e à Sua esquerda, os apóstolos São Pedro e São Paulo (representando toda a Igreja). Nesta imagem, Cristo lhes entrega dois rolos (representando a Nova Aliança), enquanto pisa na cabeça do deus Urano (deus dos céus) (Cf Sl 99, 1).

    O significado desta imagem é claríssimo: Cristo e a Igreja dominam e vencem o paganismo. Os deuses pagãos são pisados pelo Messias de todas as nações.

    Esta, e precisamente esta, é a razão pela qual a fixação do Natal no mesmo dia do "Sol Invicto" não é uma manifestação de fraqueza da Igreja diante do paganismo. Ao contrário, trata-se de uma solene declaração da vitória da fé cristã sobre o politeísmo pagão. Cristo e a Igreja triunfam, enquanto os falsos deuses são derrotados pelo esplendor da verdade.

    Antes este era o dia do deus sol? Pois bem, a partir de agora, passa a ser o dia de Jesus Cristo, Luz que, vindo ao mundo, a todo homem ilumina.

    É por isto que Cipriano, no terceiro século (antes, portanto de Constantino) já afirmava: "O quam præclare providentia ut illo die quo natus est Sol . . . nasceretur Christus." Traduzindo: "oh, que maravilhosa Providência que, no dia em que nasceu o Sol, Cristo também deveria nascer.".

    E Crisóstomo, já no quarto século, asseverou: "Sed et dominus noster nascitur mense decembris . . . VIII Kal. Ian. . . . Sed et Invicti Natalem appelant. Quis utique tam invictus nisi dominus noster? . . . Vel quod dicant Solis esse natalem, ipse est Sol iustitiæ." Traduzindo: "mas nosso Senhor, igualmente, nasceu no mês de Dezembro, o oitavo antes das calendas de Janeiro (25 de Dezembro)... Eles chamavam este dia de dia do Sol Invencível. De fato, quem é mais invencível do que Nosso Senhor? E, se disserem que este é o dia do nascimento do sol, Ele é o Sol da Justiça."

    Portanto, a fixação de 25 de Dezembro, além de seguir uma tradição muito anterior a Constantino, representou, ainda, um grito de vitória de Cristo sobre o paganismo. Não se tratou de pusilanimidade, nem de uma forma de "inculturação" muito em voga hoje em dia. Tratou-se, isto sim, de vitória, segundo o Salmo 99:

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  19. “Aprofundar o conhecimento acerca da história é abdicar ao protestantismo”. (John Henry Newman, ministro ex-protestante convertido ao catolicismo).

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  20. "Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas Deus que está nos céus. E Eu te digo que
    TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESSA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA,
    E AS PORTAS DOS INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.
    EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS;
    TUDO O QUE LIGARES SOBRE A TERRA, SERÁ LIGADO TAMBÉM NOS CÉUS;
    E TODO O QUE DESATARES SOBRE A TERRA, SERÁ DESATADO TAMBÉM NOS CÉUS"
    (Mt XVI, 17-19)
    Somente havendo um intérprete da Sagrada Escritura estabelecido pelo próprio Cristo, é possível haver uma só interpretação da Escritura, uma só Fé e uma só Igreja.
    E que o Papa - sucessor de São Pedro -- seja infalível em matéria de Fé e de Moral, quando ensina para toda a Igreja, com os poderes dados por Cristo a Pedro, está estabelecido pela promessa de Jesus: Tudo o que ligares na Terra, será ligado também nos céus, tudo o que desatares sobre a terra, será também desatado nos céus".
    Sem o Papa, a leitura da Bíblia vira Babel. Babel de Wittemberg ou até uma Babel caipirenta como a de Lagoinha. Cada um dando sua interpretação pessoal da Bíblia, quando a própria Bíblia nos previne, com São Pedro, ao dizer-nos:
    "Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular" (II Epís. de São Pedro, I, 20).

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  21. Foi Lutero quem, revoltando-se contra o Papa, levantou o princípio do livre exame da Bíblia, afirmando que toda pessoa é livre de interpretar a Escritura como lhe parecer.
    Daí a multiplicação de seitas protestantes, cada uma dela arvorando-se como verdadeira igreja. O que leva qualquer Saul, de qualquer Lagoinha, a se arvorar como infalível intérprete da palavra de Deus.
    O senhor, por exemplo, é batista, e diz acreditar na divindade de Cristo. Os Testemunhas de Jeová, baseados na mesma Escritura, fundados no mesmo princípio de livre interpretação da Bíblia, concluem que Cristo não é Deus. Quem estaria certo?
    Qual das mais de mil seitas - há quem diga que já são dez mil - estaria com a verdadeira interpretação da Bíblia? O protestantismo é uma nova Torre de Babel, na qual cada um se proclama infalível.
    E repare a loucura e a contradição dos "evangélicos": eles afirmam que toda interpretação da Bíblias é livre, e por isso, é também válida. Mas afirmam ao mesmo tempo que a interpretação da Igreja Católica é falsa.
    A única coisa em que os protestantes estão de acordo entre si, é no ódio à Igreja Católica. "Vêde como eles odeiam, e como se odeiam", poderia ser dito deles.
    O livre exame protestante fez da Bíblia um livro "chicletes", que cada um puxa e estica para onde quer. E não podia ser diferente. Na realidade, cada protestante é, ele sozinho, uma seita, visto que ele crê que é o único intérprete infalível da Bíblia. Negando a autoridade e a infalibilidade de Pedro, o protestantismo, pela afirmação do livre exame, proclama que todo leitor da Bíblia é Papa, e Papa infalível.

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  22. Grande parte da argumentação de protestantes, se baseia nesta tese errada. Só vale o que está na Bíblia, porque a Bíblia seria a única fonte da revelação.
    Ora, essa tese é refutada pelo próprio Evangelho.
    No final do Evangelho de São João nos foi dito:
    " Muitas outras coisas, porém, há ainda, que fez Jesus, as quais se escrevessem uma por uma, creio que nem no mundo todo poderiam caber os livros que delas se houvessem de escrever" (Jo XXI, 25).
    Então, os protestantes, está na Bíblia, que nem tudo o que Deus revelou foi posto na Bíblia! Se o que Cristo fez, e não foi posto na Bíblia, não deve ser acreditado, então não se tem Fé em Cristo, mas só na Bíblia: colocou-se um livro no lugar de Cristo. Transformou-se a Bíblia em ídolo.
    E Nosso Senhor Jesus Cristo anunciou que o Espírito Santo completaria a instrução dos Apóstolos:
    "Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir" (Jo. XVI, 12-113).
    E o que Cristo ensinou e fez nos foi transmitido pela Tradição Apostólica.
    Por isso, duas são as fontes da Revelação: a Sagrada Escritura e a Tradição.
    Também os Atos dos Apóstolos nos dizem que Cristo ensinou outras coisas mais que não foram postas nos livros sagrados, mas guardadas pela Tradição:
    "Na primeira narração, ó Teófilo, falei de todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que, tendo dado as suas instruções por meio do Espírito Santo, foi arrebatado ao (céu); aos quais também se manifestou vivo, depois de sua paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes por quarenta dias e falando do reino de Deus". (Atos I, 1-3)
    "Permanecei, pois constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendesses, ou por nossas palavras ou por nossa carta" (II Tess. II, 14).

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  23. As loucuras de um certo LUTERO...
    Cristo Adúltero:
    “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

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  24. A Sagrada Escritura utiliza palavras. Ora, as palavras podem ter vários sentidos.
    Manga, por exemplo, significa uma fruta, mas também uma parte do vestuário. Vela significa uma lona para impulsionar um barco, e também um objeto para iluminar.
    Essas são palavras equívocas, pois têm vários sentidos sem relação entre si.
    Outras palavras possuem um só sentido. Por exemplo, óculos. Essas são chamadas palavras unívocas.
    Há ainda um terceiro tipo de palavras, chamadas análogas. Essas têm vários sentidos com relação entre si. Exemplo, a palavra irmão, a palavra pé, etc.
    Pé de mesa não usa meia. O pé de um animal é pé também. Mas pé, propriamente, é só o pé humano. Pé de mesa, pé de cavalo, são "pés" por analogia, por semelhança.
    Assim, "irmãos", em sentido próprio, são aqueles que foram gerados pelos mesmos pais. Entretanto, o infeliz pastor de Lagoinha, quando prega, berra para seus ouvintes: "Irmãos"! , ele não quer dizer que todos os que o estão - infelizmente - escutando tenham sido todos gerados pelo mesmo pai, fisicamente. Apenas quer dizer que todos se pretendem filhos de Abraão, quando, na verdade, são irmãos dos fariseus, que liam a Bíblia e mataram Cristo.
    Ora, se a Bíblia - como todo livro - usa palavras unívocas, equívocas e análogas, é claro que a interpretação do que está escrito vai ser variada.
    Entretanto, Deus é um só, e quis nos comunicar também pela Bíblia, uma só Fé. Há um só Deus, uma só Fé, um só batismo, e, portanto, tem que haver uma só Igreja verdadeira.
    Mas como manter a unidade da Fé, se cada um interpretará a Bíblia a seu modo, livremente, como disse Lutero?
    Com o livre exame é impossível a unidade da Fé.
    Só a verdade é una, como só Deus é uno.
    O erro é múltiplo. E o protestantismo é múltiplo. Logo, os protestantes estão errados. Consenso, nem entre os jacarés da Lagoinha.
    Se Deus na Bíblia usou palavras unívocas, análogas e equívocas, Ele sabia que isso poderia produzir interpretações variadas e, portanto, erradas.
    Além desse problema dos vários tipos de palavras, há ainda o dos quatro sentidos fundamentais da Sagrada Escritura: o literal, o doutrinário, o moral e o místico. Tudo isso torna a Escritura de difícil interpretação. Para evitar desvios doutrinários é que Deus tinha que providenciar uma solução.

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  25. Como Deus não nos pode induzir em erro, Ele deve ter providenciado um meio para evitar que o que Ele nos revelou fosse interpretado livremente e erradamente.
    Deve haver uma chave para interpretar corretamente a Bíblia.
    Ora, pelo Evangelho se conhece que Cristo deu as chaves do reino do Céu (isso é, da Igreja) a Simão Bar Jonas:
    E os protestantes lêem a Bíblia e a interpretam as Escrituras como bem entendem, recusando aplicar o que lê. É assim que os protestantes respeitam a Bíblia: fazendo o contrário do que ela manda.
    O próprio Jesus Cristo prometeu, então, a Pedro que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" [a Igreja] (Mt. XVI, 18).
    Prometeu ainda: "Eis que estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo" (Mt. XXVIII, 20)
    Se Cristo prometeu que as portas do inferno, isso é, as heresias, os erros contra a Moral, e a falsa mística, jamais prevaleceriam contra a Igreja; se Cristo prometeu que estaria com a Igreja "todos os dias, até o fim do mundo", e que "as portas do inferno não prevaleceriam contra Ela", como é que um presunçoso desses ousa negar a promessa de Cristo ao afirmar que a Igreja se corrompeu com Constantino?

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  26. Qual é a data que é para ser lembrada?
    O nascimento de JESUS CRISTO ou a sua morte?
    Pois se ele morreu para nos salvar creio eu que a sua morte é que tem valor para quem o segue.
    Pois o SENHOR JESUS foi considerado menor de todos e a população da epoca o condenou, livrando um ladrão e crucificando o salvador, sendo assim o que temos que fazer é crer que temos uma alma para salvar e se ficarmos discutindo o que comemorar isso vai é emtristecer o nosso salvador.
    A idolatria é pecado e o que temos que adorar é o SENHOR JESUS.

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    1. Alguns protestantes confundem o culto que os católicos tributam aos santos com o culto que se deve a Deus. Para introduzir o assunto da intercessão dos santos é necessário esclarecer a diferença que existe entre os cultos de "dulia", "hiperdulia" e "latria". Em grego, o termo "douleuo" significa "honrar" e não "adorar".
      No sentido verbal, adorar (ad orare) significa simplesmente orar ou reverenciar a alguém. A Sagrada Escritura usa o termo "adorar" em várias acepções, tanto no sentido de douleuo como de latreuo, como demonstrarei através da "Vulgata", Bíblia católica original e escrita em latim. "Tu adorarás o teu Deus" (Mt 4, 10) "Abraão, levantando os olhos, viu três varões em pé, junto a ele. Tanto que ele os viu, correu da porta da tenda a recebê-los e prostrando em terra os adorou" (Gn. 18,2).
      Eis os dois sentidos bem indicados pela própria Bíblia: adoração suprema, devida só a Deus; adoração de reverência, devida a outras pessoas.

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    2. A Igreja católica, no seu ensino teológico, determina tudo isso com uma exatidão matemática.
      A adoração, do lado de seu objeto, divide-se em três classes de culto:
      1. culto de latria (grego: "latreuo") quer dizer adorar - É o culto reservado a Deus
      2. culto de dulia (grego: "douleuo") quer dizer honrar.
      3. culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra, sem atingir o culto de adoração.

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    3. A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc.
      O culto de dulia é especial aos santos, como sendo amigos de Deus.
      O culto de hiperdulia é o culto especial devido a Maria Santíssima, como Mãe de Deus. Alguns protestantes protestam dizendo que toda a "inclinação", "genuflexão", etc, é um ato eminentemente de "adoração", só devido à Deus.
      Já demonstramos, com o trecho do Gênesis, que isso não procede. Todavia, para deixar mais claro o problema, devemos recordar que o culto de "latria" (ou de "dulia") é um ato interno da alma.
      A adoração é, eminentemente, um ato interior do homem, que pode se manifestar de formas variadas, conforme as circunstâncias e as disposições de alma de cada um.
      Os atos exteriores - como genuflexão, inclinação, etc -, são classificados tendo em vista o "objeto" a que se destinam. Se é aos santos que se presta a inclinação, é claro que se trata de um culto de dulia. Se é a Deus, o culto é de latria.
      Aliás, a inclinação pode ser até um ato de agressão, como no caso dos soldados de Pilatos que, zombando de Nosso Senhor, "lhe cuspiram no rosto e, prostrando-se de joelhos, o adoraram" (Mc 15, 19).
      A objeção protestante, dessa forma, cai por terra. Ou eles teriam que afirmar que havia uma "adoração" por parte dos soldados de Pilatos, o que é absurdo! Eles simulavam uma adoração (ou veneração ao "Rei dos Judeus), através de atos exteriores, mas seu desejo era de zombaria.

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    4. Será que devemos lembrar só uma data ????
      Muito estranho essa pergunta!!
      Pois todas as passagens e atitudes de nosso Senhor Jesus Cristo, devem ser lembradas.

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  27. Acredito que tanto o nascimento quanto a morte devem ser celebrados, muito mais a ressurreição. Seria muito interessante se os evangélicos se organizassem, escolhessem outra data, a assim mostrasse ao mundo como é celebrar e regozijar numa data tão especial, com verdadeira intenção de adorar a Jesus Cristo! sem papai noel, sem árvore, etc.

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  28. Um dia toda a verdade vai ser revelado pelo nosso senhor Jesus Cristo, e o mundo vai se assustar de viver tando tempo na mentira pois o príncipe desse mundo é satanás o pai da mentira. e quando se festeja natal e a ele que estão festejando.

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    1. E quem te revelou isso???
      Jesus Cristo voltou e te falou??
      Acorda menina!!

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  29. nem imagem nem data DEUS enviou seu filho na época certa adorar em espirito e em verdade gloria a DEUS louvado seja seu nome amem

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